20/12/2009

Mais uma sobre o Hino Nacional

Outro dia, descobri que a introdução do Hino Nacional Brasileiro (aquela parte instrumental) já teve uma letra, que foi extinta da versão oficial e pouca gente conhece...

Resolvi, então, caros leitores, compartilhar um vídeo com vocês, que mostra o depoimento da senhora Ana Arcanjo sobre o assunto.



Abraços!

13/12/2009

A palavra é: ESBOÇO

Na terça-feira, dia 8, no segundo dia de uma conferência sobre mudança climática realizada em Copenhague, na Dinamarca, um jornal britânico publicou o esboço do que seria o documento final do evento, proposto pelo país-sede.

A palavra “esboço” é um substantivo masculino que tem origem no italiano 'sbozo'. Ela designa, no texto acima, o rudimento de algo, as primeiras ideias e noções preliminares.

Definição do “iDicionário Aulete”:(es.bo.ço) [ô] s.m.

1. Primeiros traços, primeiro delineamento que vai dar origem a um desenho ou obra de arte (esboço de quadro, de escultura).

2. Qualquer obra apresentada de forma breve ou em seus traços gerais ou iniciais: esboço de um filme/de um livro/de uma obra arquitetônica.

3. Primeiras ideias, noções preliminares, rudimento (de algo): Já pensava no esboço de seu projeto.

4. Ação apenas principiada, que não se completa (esboço de reação, de fuga).

5. Figura indistinta de algo ou alguém; VULTO.

6. Apresentação resumida, sintética de algo: Expôs à diretoria um esboço da situação da empresa.

[F.: Do it. sbozzo. Hom./Par.: esboço (s.m.), esboço (fl. de esboçar), esbouço (fl. de esbouçar).]

Fonte: www.aulete.com.br (Palavra do dia)

Até a próxima!

08/12/2009

Dica cultural



Caros leitores, aqui vai uma ótima dica: assistir ao “Conto Sete em Ponto”, no dia 10 de dezembro, às 19 horas, no Teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (Praça da Liberdade). Os convites são gratuitos.

O nome do espetáculo é “Onde brilha a estrela" e serão apresentados contos e cantos que resgatam a magia do Natal. Acessem http://www.aletria.com.br/noticias_abre.asp?id=1610 para mais informações.

Abraços!

06/12/2009

"Deu Zebra!"

A mãe de todas as zebras

Por Celso Unzelte, colunista do Yahoo! Esportes


Ela está até no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa: zebra, em competições esportivas, significa “um resultado anormal, inesperado, contrário às expectativas”. Mas quem criou essa expressão e por quê? E qual teria sido a primeira de todas as zebras?

Tudo começou em 1964, ano em que o folclórico técnico Gentil Cardoso (1906-1970) treinava a pequena Portuguesa carioca. Gentil foi o autor de várias frases que entraram para a história do futebol brasileiro, como “Quem se desloca recebe e quem pede tem preferência”. E ainda do diálogo com um jogador em que dizia: “Fulano, de que é feita a bola? De couro. E de onde vem o couro? Da vaca. E a vaca come o quê? Grama. Então, meu filho, bota essa bola na grama, rasteirinha, rasteirinha...”

No dia 23 de julho de 1964, a pequena Portuguesa de Gentil Cardoso enfrentaria o poderoso Vasco, pelo Campeonato Carioca, no Estádio das Laranjeiras, campo do Fluminense. “Se meu time vencer hoje vai ser como dar zebra na cabeça no jogo do bicho”, comparou Gentil, sabendo muito bem que a zebra não existe no jogo do bicho. Como a Portuguesa carioca acabou ganhando do Vasco naquele dia por 2 a 1, a expressão ficou para sempre.

Com o advento da Loteria Esportiva, a partir de 1970, a expressão “zebra” ganhou força para designar qualquer resultado surpreendente que complicasse a vida das pessoas que sonhavam em fazer os treze pontos e ficar milionárias. A maior delas aconteceu em 1972. Uma vitória do Juventus sobre o Corinthians por 1 a 0, no jogo 2 do teste número 85, permitiu que Eduardo Varela, o Dudu da Loteca, ganhasse sozinho o prêmio de 11,6 milhões de cruzeiros.

Durante anos, o programa Fantástico, da Rede Globo, começava com os resultados dos treze jogos narrados por Léo Batista e o desenho da simpática Zebrinha, do cartunista gaúcho Borjalo, narrando: “Coluna um, coluna dois, coluna do meio...” E quando algum desses resultados era inesperado, era a vez da Zebrinha observar, toda contente: “Ih, deu eu, Zebraaaaaaaaa...”

Jornalista e pesquisador, Celso é professor de jornalismo e comentarista do canal ESPN Brasil, no qual participa do programa “Loucos por Futebol”. Também colabora com especiais para as revistas Placar e Quatro Rodas. Celso escreve semanalmente para o Yahoo! Esportes.

Fonte: www.yahoo.com.br

Caros leitores, muitas vezes, utilizamos expressões sem saber direito como surgiram. A gente ouve aqui, ali, e, sem perceber, já incorporamos ao nosso vocabulário. Mas esse "trem" é interessante demais! Vamos voltar ao assunto outro dia?...

Abraços!

29/11/2009

Série "Óia as placa!"


Até a próxima!

22/11/2009

Até tu, Google?

Outro dia, um amigo quis visitar meu blog e procurou o endereço pelo Google. Qual não foi sua surpresa ao descobrir que aquele site de busca também não aceita a grafia (correta) MUÇARELA...

Vejam só:



Pois é, caros leitores, a forma (incorreta) com "ss" é mesmo, de longe, a mais conhecida...

Abraços!

21/11/2009

A palavra é: CAPENGA

'Um dia após o apagão que atingiu parte do país, o senador José Agripino escreveu em seu blog que uma das possíveis causas do problema é a “estrutura capenga que o governo teima em ignorar”.

A palavra “capenga” é um adjetivo de dois gêneros que tem a sua origem controversa. Utilizada no sentido figurado, como no texto acima, ela designa o que é defeituoso ou incompleto.

Definição do “iDicionário Aulete”: (ca.pen.ga)

1. Bras. Que manca, puxa de uma perna; COXO

2. P.ext. Que está torto, bambo, sem apoio firme (mesa capenga)

3. Fig. Defeituoso, incompleto

4. Bras. Pessoa que puxa de uma perna; COXO'

Fonte: www.aulete.com.br (Palavra do dia)

Até a próxima!

15/11/2009

Encarte do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa

"Já está dito, e deve ser geralmente sabido, que, por motivos igualmente reconhecidos, raramente haverá trabalho literário que mais susceptível seja de correções e aditamentos do que o dicionário de uma língua."

Cândido de Figueiredo, 4a ed. de seu Novo Diccionário da Língua
Portuguesa. (Lisboa,1925)

Caros leitores, assim começa o encarte elaborado pela Academia Brasileira de Letras, no qual constam duas listas: uma corrige erros de revisão e a outra complementa informações do VOLP (5ª edição, 2009).

Para quem se interessar, a dica é acessar http://www.academia.org.br/ depois NOSSA LÍNGUA e, por último, Vocabulário Ortográfico.

Por enquanto, só o encarte está disponível no site. Ainda não foi liberado o acesso ao VOLP, na íntegra.

Abraços!